domingo, fevereiro 29, 2004

Pedido para a "Abraço"



A "Abraço" recebeu 30 meninos com HIV.
Para este projecto (trinta crianças a cargo) está a necessitar de :

- roupa para rapariga (qualquer idade)
- roupa para rapaz dos 6 aos 14 anos .

Se quiserem colaborar contactem sff :

Maria José Magalhães 213 974 298 (Associação "Abraço")

Se não puderem ajudar pelo menos passem a informação, por favor.


Recebi esta mensagem por e-mail, espero que seja verdadeira, (pelo menos o numero de telefone era o correcto) e que possam ajudar.

Outros Meios de Contacto:
Tv. do Noronha, 5, 3º Dto. e 4º Esq. 1250-169 Lisboa
tel: (+351) 21 397 42 98 - fax: (+351) 21 395 79 21 e 21 397 73 57
email: abraco@netcabo.pt - http://www.abraco.org/

E mais um jogo

jogo.jpg

sábado, fevereiro 28, 2004

Gato escondido com rabo ...

Imagina-te com 16 anos, apanhaste os pais fora de casa e deste uma "wild party" lá no quarto. Agora os teus pais estão quase a chegar... e não podes deixar vestígios visíveis.
ESCONDE AS PROVAS, RÁPIDO!

provas.jpg

Young But Growing

The trees they do grow high
The leaves they do grow green
Many's the time my love I have seen
Many the hour I watched him on the go
He's young but he's daily growing

Father, dear father
You've done to me great wrong
You've married me to a boy who is too young
I'm twice twelve and he is but fourteen
He's young but he's daily growing

Daughter, dear daughter
I've done to you no wrong
I've married you to a rich man's son
He'll make a Lord for you to wed to borne
He's young but he's daily growing

Oh father, dear father
Ifin you besee-ee fit
I'll send him to college for one year yet
I'll tie blue ribbons all around his head
To let the maidens know that he's married

One day while I was walking
On my father's castle wall
I saw the boys, they were playin' with the ball
My own true love was the flower of them all
He's young but he's daily growing

At the age of fifteen
He was a married man
The age of sixteen, a father of a son
The age of seventeen, the grass grew over him
Grew that soon put an end to his growing

The trees they do grow high
The leaves they do grow green
Many's the time my love I have seen
Many the hour I watched him all alone
He's young but he's daily growing

Donovan

Imaginem a música cantada numa pronúncia carregada de “rrrr”

The trrrrees they do grrrrow high
The leaves they do grrrrrow grrrrreen
...

quarta-feira, fevereiro 25, 2004

Bibó Porto!!!!!

Eu não percebo de futebol, mas percebo um pouco de vitórias e derrotas!
E hoje .... vencemos!

GOOOOLOOOO!!!!

Ouvi eu a gritar, os meus vizinhos, em uníssono, nem parece haver paredes a separar-nos.

GOOOOLOOOO!!!!
GOOOOLOOOO!!!!
GOOOOOOLOOOOOO!!!!

terça-feira, fevereiro 24, 2004

As portas

A vida é mesmo uma sequência de salas, uma sequência de portas.
Cada dia uma sala, com algumas portas.
E nós vamos percorrendo, sala após sala, sabendo que cada sala a que acedemos é condicionada por todas as outras por onde já passamos.
Vamos desenhando um percurso no labirinto da vida.
E algumas vezes chegamos à conclusão que a porta que abrimos não nos reservava o que pretendíamos, outras vezes surge mesmo arrependimento pela escolha.
Voltar atrás, fazer o percurso inverso, desfazer o caminho já trilhado, não é fácil, porque as salas já percorridas, vistas de outro ângulo são diferentes.
E nós deixamos de conseguir identificar as portas por onde passamos.
Mas ficar parada no meio da sala, não abrir portas, não fazer escolhas, não arriscar, não experimentar não é solução.
Ficar parada no meio da sala é não viver, é apenas deixar o tempo passar.

A sensação que tenho da minha vida há um tempo atrás é que eu me tinha deixado adormecer numa dessas salas, tinha estagnado.
Acordar significou tomar decisões, fazer escolhas, experimentar emoções.
Significou também sofrer.
Mas não voltava atrás, não trocava o que consegui pela anulação do sofrimento sentido.

Maneli e Maria

Maria, no leito de morte, decidiu confidenciar ao Manel:
- Maneli, sabes qu' o nosso filho mais velho ná é tê filho?
Manel, muito tranquilo responde:
- Maria isso na m' importa...
Maria, muito intrigada com toda a calma do Maneli, indaga-lhe:
- Tás ouvindo Maneli? Vê s'intendes! Tou dizendo qu'o filho ná é teu. Ó home de Deus...
Manel responde:
- ... Tabê, ê entendi.
- Ai Jesus. Por que raio atão ná tas azoado e ficas tao tranquilo?
Manel responde:
- ...Pois... sabes ó Maria, qu'o nosso filho mais novo ná é tê filho?
Maria rebate:
- Como ná é mê filho, home de Deus? S'eu carreguê o infeliz na barriga nove mesis?
- Maria, alembras-te qu'ando tavas na maternidade e pediste p'ra trocar o gaiato porque tava todo cagado? Pois atão eu troqui por um limpinho que tava ao lado... honestamente"!

(estava a fazer limpezas aos mails antigos e caí neste, se calhar já conhecem, mas eu não deixo de lhe achar graça)

Escher


Uma mão lava a ou outra, perdão, uma mão desenha a outra!

segunda-feira, fevereiro 23, 2004

De repente…

De repente apeteceu-me ouvir músicas antigas, não sei quais, só sei que me apetece regredir no tempo e buscar sensações de tempos já esquecidos, de dias intensos, de melodias cheias de fascínio.