Encontrei no blog da florzinha, está cinco estrelas. E como não dá para colocar um link directo, fica aqui a transcrição. Acho que está feito com graça. Perdoem-me os homens! Mas se encontrarem algum texto que defina assim com humor a alma feminina, façam o favor de enviar.
”Dicas para mulheres que querem entender e conservar os seus homens. Original escrito por Cláudio Paiva que é jornalista, desenhista e escritor.
SEXO
Todo homem gosta de sexo. Muito. Se pudessem, passariam o dia trepando.
Mulheres gostam de fazer amor. Homens trepam. É a herança dos macacos.
Pararam de subir em árvores, mas no sexo, ainda batem no peito e descascam bananas (desculpem a metáfora grosseira!)”
PRELIMINARES
Por que os homens são afobados para transar? Por que temem que o pênis não suporte as preliminares e acabe fazendo os dois passarem vergonha? Talvez.
No começo da relação, são gentis e pacientes: "Quer parar pra botar o diafragma? Tudo bem, querida". "Quer que eu beije mais suas costas? Claro,meu amor." Mas quando a intimidade chega, ele se comporta na cama como se estivesse na festa do peão de boiadeiro!
Se seu parceiro um dia gritar: "Segura, peão!", não se espante.
GOZAR JUNTINHO
Não exija jamais que ele goze com você. Os homens não têm tanto controle sobre o pênis quanto aparentam ter. Aquilo ali tem uma espécie de administração própria. Recebe ordens da matriz, mas às vezes a coisa vira bagunça. Já reparou quando seu parceiro acorda com uma pequena tenda de camping armada no meio das pernas? Acredite, ele não planejou aquilo. Apenas aconteceu. Se, no meio da transa, seu parceiro fizer uma cara de quem está longe, não se chateie. Não é nada pessoal. Ele deve estar tentando lembrar a escalação da seleção tetracampeã de 1994. Os homens fazem esse tipo de coisa para controlar o orgasmo. Controlar, não, frear. Já disse que a "coisa" tem vida própria. Lembrar dos afluentes do Rio Amazonas também funciona.
O PÉ DA MESA
Todo homem acha que tem o pênis maior do mundo. Nunca, jamais, duvide disso. E em hipótese alguma conte para ele que já esteve com alguém mais bem-dotado. Todo homem tem muito orgulho do próprio pinto. Mesmo que seja uma Bic Escrita Fina, minta. Diga: "Oh, meu Deus, que coisa enorme!" É banal, soa a vídeo pornô, mas todos levam a sério quando as mulheres dizem essas besteiras.
MÃE
Só existe uma inimiga maior que a secretária bonita: a mãe dele.
Poderia chamar de sogra, mas estaria excluindo as solteiras. Para os homens, a mãe é sagrada. Pode ser uma jararaca, mas ele vai sempre se referir a ela como se fosse um clone da Virgem Maria. Lembra quando você a conheceu, o primeiro encontro? Você não teve a sensação de que ela estava te tratando como uma ladra de filhos? Mas depois as coisas se acalmaram, não foi? Ingenuidade sua. A jararaca só está esperando o momento para dar o próximo bote.
A FAMÍLIA DELE
Família é foda. Principalmente a dele. Não existe nada pior do que almoço na casa da sogra. Quando estiver voltando pra casa, mesmo que ele reclame de todo mundo, não tenha poupado nem o cachorro, jamais faça qualquer crítica à família dele. Ele pode sair da casa da mãe querendo esganar um irmão ou esfolar a própria, mas não caia nessa armadilha. Fuja da tentação de fuzilar os parentes dele. São uns animais. Merecem isso, mas esqueça! Faça comentários banais sobre a sobremesa ou diga algumas besteiras. Se quiser falar mal de alguém, ataque um cunhado que estava lá também. Cunhado não é parente.
UNHA DO PÉ
Por que os homens não cortam a unha do pé? Porque são porcos. Todo homem é porco. Pelo menos do calcanhar para baixo. Alguns, mais grotescos, usam o trânsito parado para tirar meleca. Pode estar num carro maravilhoso, bem-vestido, bonitão, mas o dedo está lá, prospectando meleca!
CARECA
Homens não ficam carecas. Nunca diga que seu homem está ficando careca. Homens detestam ficar carecas. Se alguém comentar a queda descontrolada de cabelos do seu marido, defenda-o. Diga que ele não é careca, a testa dele é que é grande!
CONCLUSÃO
Não chegamos a nenhuma.
Ninguém vai conseguir decifrar os mistérios da alma masculina. Mas esperamos ter ajudado um pouco na compreensão desse ser rude e boçal chamado "homem". Um último conselho: não diga para seu marido ou namorado que você passou a entendê-lo melhor depois que leu nossa esquisa. Todo homem é ciumento. Os que dizem que não são, além de ciumentos, são mentirosos. Homem nenhum gosta que a mulher descubra alguma coisa com outro homem. “
sábado, janeiro 31, 2004
Definições para a palavra TPM
Escolha a melhor...
1) Todos os Problemas Misturados.
2) Tendências a Pontapés e Murros.
3) Temporada Proibida para Machos.
4) Toda Paixão Morre.
5) Tô Puta Mesmo.
6) Tocou, Perguntou, Morreu.
7) Tire a Porra da Mão
8) Tente no Próximo Mês.
9) Tempo Para Meditação
10) Tendência Para Matar
11) Tenha Paciência Meu
TPM (Tensão pré menstrual) - SMP (sindroma pré menstrual)
Em Portugal ainda não se fala muito, mas no Brasil acho que já virou instituição.
Achei graça às definições que encontrei no Caos.
Os dias que antecedem o período não atacam todas as mulheres da mesma forma. As mulheres também não se deixam abater de modo idêntico. Mas a verdade é que, se o corpo sofre transformações visíveis e palpáveis pela diferente conjugação de hormonas produzidas pelo organismo, o estado de espírito também pode ser afectado. Ás vezes essa alteração é tão ténue que nem se relaciona causa e efeito. Outras vezes é a falta de informação que não faz relacionar os factos.
1) Todos os Problemas Misturados.
2) Tendências a Pontapés e Murros.
3) Temporada Proibida para Machos.
4) Toda Paixão Morre.
5) Tô Puta Mesmo.
6) Tocou, Perguntou, Morreu.
7) Tire a Porra da Mão
8) Tente no Próximo Mês.
9) Tempo Para Meditação
10) Tendência Para Matar
11) Tenha Paciência Meu
TPM (Tensão pré menstrual) - SMP (sindroma pré menstrual)
Em Portugal ainda não se fala muito, mas no Brasil acho que já virou instituição.
Achei graça às definições que encontrei no Caos.
Os dias que antecedem o período não atacam todas as mulheres da mesma forma. As mulheres também não se deixam abater de modo idêntico. Mas a verdade é que, se o corpo sofre transformações visíveis e palpáveis pela diferente conjugação de hormonas produzidas pelo organismo, o estado de espírito também pode ser afectado. Ás vezes essa alteração é tão ténue que nem se relaciona causa e efeito. Outras vezes é a falta de informação que não faz relacionar os factos.
Which Van Gogh painting are you?

the Which Van Gogh painting are you? quiz by bethany
Descobri este teste no meio de outros trapos coloridos.
E não é verdade, não tenho solução para os problemas do mundo, nem para os meus, para dizer a verdade.
sexta-feira, janeiro 30, 2004
Bibbidi bobbidi boo.
Estamos a ensaiar músicas da Disney. E não pensem que por serem músicas para crianças são fáceis. Tentem cantar esta. Eu para já sou um desastre. Vamos ver se o tempo e o treino ajudam.
Bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di boo
Salagadoola menchicka boola
Bibbidi bobbidi boo.
Put 'em together and what have you got.
Bibbidi bobbidi boo.
Como minhota que sou já estou habituada a trocar letras, mas até há bem pouco tinha-me ficado nos “b” pelos “v”. Agora estou a alargar horizontes e a aprender a trocar coerentemente os “b” pelos “d”. É um exercício interessante, porque quanto mais pensamos a letra mais erramos no que dizemos, chega a uma altura que o único som que acerta o local é o “Boo”, e se acerta o local, erra o tom. Só vai funcionar quando deixar de ser pensado e quando sair naturalmente, tal qual uma criança o faria.
O meu erro é não conhecer esta música de miúda. Não querendo parecer anúncio comercial, eu ainda sou do tempo em que não existiam vídeos, e o filme da Cinderella foi algo que não me levaram a ver ao cinema.
E para mim, não era a Cinderella, mas a Gata Borralheira dos livros de histórias que existiam em casa, livros grandes, de capa dura e lombada amarelo girassol, com pinturas bem elaboradas como ilustrações. Colecção que ainda resiste. Resistiu à minha leitura, à dos meus dois irmãos e à rápida passagem por eles da minha filha. O encanto para ela era bem mais reduzido, face a tudo o resto que a rodeava, e que lhe despertava a atenção.
O país evoluiu muito em trinta e tal anos. O 25 de Abril foi um marco, eu senti-o nos meus seis anos de idade. Passou-se de um “orgulhosamente sós” para uma permeabilidade ao que vinha de fora, as telenovelas brasileiras foram o primeiro indício mas muitas outras coisas se foram seguindo. Mais músicas, mais livros, mais desenhos animados, mais brinquedos, mais guloseimas, mais, mais, mais…
Passou-se de uma cultura de sobrevivência para uma cultura de vivência.
Não foi imediato, nada é imediato. Mas foi muito rápido, dez anos transformaram completamente o país. O aumento do poder de compra, as importações de coisas até então não disponíveis, ou não acessíveis ao cidadão de bolso médio, a alteração de gostos, melhor, a satisfação possível dos gostos. As taxas de juros altíssimas que nos davam a sensação de riqueza de alguém que consegue viver unicamente de rendimentos.
Podem achar que é tolice mas acho que existe algo que caracteriza extremamente bem este período e mudança que ele implicou no nosso país.
São as Bombocas, alguém se lembra? Bolacha por baixo, fina camada de chocolate por cima, e no meio uma espuma leve, doce, colorida, que não matava fome nenhuma. Algo pensado unicamente em função da gulodice, um não-alimento. Podiam-se comer dúzias e nem por isso sentir a barriga cheira. Era uma oferenda aos sentidos. A vivência em vez da sobrevivência.
Bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di boo
Bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di boo
Salagadoola menchicka boola
Bibbidi bobbidi boo.
Put 'em together and what have you got.
Bibbidi bobbidi boo.
Como minhota que sou já estou habituada a trocar letras, mas até há bem pouco tinha-me ficado nos “b” pelos “v”. Agora estou a alargar horizontes e a aprender a trocar coerentemente os “b” pelos “d”. É um exercício interessante, porque quanto mais pensamos a letra mais erramos no que dizemos, chega a uma altura que o único som que acerta o local é o “Boo”, e se acerta o local, erra o tom. Só vai funcionar quando deixar de ser pensado e quando sair naturalmente, tal qual uma criança o faria.
O meu erro é não conhecer esta música de miúda. Não querendo parecer anúncio comercial, eu ainda sou do tempo em que não existiam vídeos, e o filme da Cinderella foi algo que não me levaram a ver ao cinema.
E para mim, não era a Cinderella, mas a Gata Borralheira dos livros de histórias que existiam em casa, livros grandes, de capa dura e lombada amarelo girassol, com pinturas bem elaboradas como ilustrações. Colecção que ainda resiste. Resistiu à minha leitura, à dos meus dois irmãos e à rápida passagem por eles da minha filha. O encanto para ela era bem mais reduzido, face a tudo o resto que a rodeava, e que lhe despertava a atenção.
O país evoluiu muito em trinta e tal anos. O 25 de Abril foi um marco, eu senti-o nos meus seis anos de idade. Passou-se de um “orgulhosamente sós” para uma permeabilidade ao que vinha de fora, as telenovelas brasileiras foram o primeiro indício mas muitas outras coisas se foram seguindo. Mais músicas, mais livros, mais desenhos animados, mais brinquedos, mais guloseimas, mais, mais, mais…
Passou-se de uma cultura de sobrevivência para uma cultura de vivência.
Não foi imediato, nada é imediato. Mas foi muito rápido, dez anos transformaram completamente o país. O aumento do poder de compra, as importações de coisas até então não disponíveis, ou não acessíveis ao cidadão de bolso médio, a alteração de gostos, melhor, a satisfação possível dos gostos. As taxas de juros altíssimas que nos davam a sensação de riqueza de alguém que consegue viver unicamente de rendimentos.
Podem achar que é tolice mas acho que existe algo que caracteriza extremamente bem este período e mudança que ele implicou no nosso país.
São as Bombocas, alguém se lembra? Bolacha por baixo, fina camada de chocolate por cima, e no meio uma espuma leve, doce, colorida, que não matava fome nenhuma. Algo pensado unicamente em função da gulodice, um não-alimento. Podiam-se comer dúzias e nem por isso sentir a barriga cheira. Era uma oferenda aos sentidos. A vivência em vez da sobrevivência.
Bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di bib bi di bob bi di boo
quarta-feira, janeiro 28, 2004
O Tempo
Sinto a passagem do tempo.
Sinto as horas e os dias que se acotovelam com pressa.
Sinto a falta do tempo.
Queria existir nem aqui nem agora.
Queria existir!
Queria poder passear no tempo.
Visitar as vidas do tempo que passou.
Percorrer as do tempo que virá.
Que o tempo não fosse uma estrada num sentido só.
Tenho saudades daquela que fui.
Tenho saudades de tudo o que vi e que se foi esbatendo na recordação.
Tenho saudades do que não vivi, do que não senti…
Apegada que estava à passagem do tempo.
02-07-2002
Às vezes os factos e as ideias fazem curto-circuito.
Tinha colocado um pedido de ajuda no consultório da Comadre, e não é que ao correr o ficheiro de Word que tinha aberto dou com este pequeno texto que tinha escrito! Acho que o tempo hoje me persegue. Ou persigo-o eu a ele, ao tempo de tudo fazer.
Sinto as horas e os dias que se acotovelam com pressa.
Sinto a falta do tempo.
Queria existir nem aqui nem agora.
Queria existir!
Queria poder passear no tempo.
Visitar as vidas do tempo que passou.
Percorrer as do tempo que virá.
Que o tempo não fosse uma estrada num sentido só.
Tenho saudades daquela que fui.
Tenho saudades de tudo o que vi e que se foi esbatendo na recordação.
Tenho saudades do que não vivi, do que não senti…
Apegada que estava à passagem do tempo.
02-07-2002
Às vezes os factos e as ideias fazem curto-circuito.
Tinha colocado um pedido de ajuda no consultório da Comadre, e não é que ao correr o ficheiro de Word que tinha aberto dou com este pequeno texto que tinha escrito! Acho que o tempo hoje me persegue. Ou persigo-o eu a ele, ao tempo de tudo fazer.
terça-feira, janeiro 27, 2004
Top 5
Fiquei espantada com o e-mail. Tinham escolhido o PDV para a Lista do Top 5 no site Blog List.
O selo fica aqui, tipo medalhinha de recordação, daquelas que se guardam religiosamente para mostrar aos netos.
Claro que aproveitei para visitar os quatro vizinhos no top-5, e trazer uma recordação de cada.
- Uma foto do Loukalucidez
Foto Alexander Moschkowich
Perdão, duas, que não resisti.
Foto Alexander Moschkowich
- Um teste do A Forma do Jazz a Vir
Que Artista de Jazz Seria Você?"

Voce seria Miles Davis (1926-1991). Talvez o mais
controverso jazzmen de sempre, com uma carreira
que durou 50 anos, Miles Davis esteve presente
em quase todas as tranformacoes no jazz,
mantendo sempre o seu modo introspectivo e
melodico de tocar.
Que Artista de Jazz Seria Você?
brought to you by Quizilla
- Umas palavras do Dance Comigo
“Sou Verão. Praia. Sol. Mar. Areia nos pés. Horizonte azul, infinito. (…)”
- Um pensamento do A Granel
“Talking About My Inspiration
Se a inspiração é um viajante, a minha pega o mesmo trem toda sexta, volta no domingo e dorme a semana toda. É só a segunda desapontar que a minha cabeça começa a ficar super técnica.
Eu não era assim.”
O selo fica aqui, tipo medalhinha de recordação, daquelas que se guardam religiosamente para mostrar aos netos.
Claro que aproveitei para visitar os quatro vizinhos no top-5, e trazer uma recordação de cada.
- Uma foto do Loukalucidez
Foto Alexander Moschkowich
Perdão, duas, que não resisti.
Foto Alexander Moschkowich
- Um teste do A Forma do Jazz a Vir
Que Artista de Jazz Seria Você?"

Voce seria Miles Davis (1926-1991). Talvez o mais
controverso jazzmen de sempre, com uma carreira
que durou 50 anos, Miles Davis esteve presente
em quase todas as tranformacoes no jazz,
mantendo sempre o seu modo introspectivo e
melodico de tocar.
Que Artista de Jazz Seria Você?
brought to you by Quizilla
- Umas palavras do Dance Comigo
“Sou Verão. Praia. Sol. Mar. Areia nos pés. Horizonte azul, infinito. (…)”
- Um pensamento do A Granel
“Talking About My Inspiration
Se a inspiração é um viajante, a minha pega o mesmo trem toda sexta, volta no domingo e dorme a semana toda. É só a segunda desapontar que a minha cabeça começa a ficar super técnica.
Eu não era assim.”
domingo, janeiro 25, 2004
Vincent
Starry, starry night
Paint your palette blue and gray
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colors on the snowy linen land
Now I understand what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
How you tried to set them free
They would not listen, they did not know how
Perhaps they'll listen now
Starry, starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze
Reflect in Vincent's eyes of china blue
Colors changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artist's loving hand
Now I understand what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen, they did not know how
Perhaps they'll listen now
For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left inside
On that starry, starry night
You took your life as lovers often do
But I could have told you, Vincent
This world was never meant
For one as beautiful as you
Starry, starry night
Portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls
With eyes that watch the world and can't forget
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
A silver thorn, a bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow
Now I think I know what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen, they're not listening still
Perhaps they never will...
Don McLean
Visitar este blog fez-me recordar esta música. Conhecem?
Eu adoro.
Now I understand what you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
How you tried to set them free
They would not listen, they did not know how
Perhaps they'll listen NOW
Ajuda de Berço
Um click no sorriso, uma pequena ajuda.
A Ajuda de Berço, fundada em 1998, acolhe crianças dos 0 aos 3 anos, necessitadas de protecção urgente, face a situações que as coloquem em risco, tais como maus tratos, abusos sexuais, pais alcoólicos ou toxicodependentes, prostituição, falta de lar ou abandono. A Ajuda de Berço nasceu na sequência das necessidades sentidas por um grupo de profissionais - médicos pediatras, sociólogos, enfermeiros, psicólogos, técnicos de serviço social e juristas - para dar resposta aos problemas das crianças em risco, situação de abandono e vítimas de exclusão social.
Ajudas maiores, veja aqui como pode colaborar ainda mais.
http://www.ajudadeberco.pt/html/colabore.html
Cidades Invisíveis
O Farol das Artes fez um ciclo sobre a cidade.
Ao ler um dos post sobre o livro de Ítalo Calvino, recordei-me de algo que eu tinha escrito. Deixo aqui o texto e não deixem de ir ao Farol.
“As Cidades Invisíveis”
Um título, o que nos sugere?
Sempre algo ainda que distante do que efectivamente é o livro.
Cidades invisíveis… pensei em descrições de ambiências humanas, em relações, em gentes… Pensei nas coisas que não sendo palpáveis, não sendo visíveis, tornam uma cidade no que ela é.
Pensei ainda nos cheiros, nas cambiantes de temperatura e humidade… pensei em como poderia descrever o Porto, sem descrever o visível… sem descrever a imagem física.
O cheiro a maresia na zona ocidental, ainda que longe do mar, trazida pela atmosfera pesada do nevoeiro. A humidade que se cola à pele ao amanhecer. O canto dos pássaros competindo com o ruído dos trânsito. O calor reflectido nas casas, ao entardecer, no verão. O cheiro bafiento e húmido que sai de algumas casas, quando passamos nas zonas mais antigas.
São sensações invisíveis mas nem por isso caracterizam menos o Porto.
Cidades invisíveis… vamos a ver o que é que o autor entendia por isso.
22/07/2002
Ao ler um dos post sobre o livro de Ítalo Calvino, recordei-me de algo que eu tinha escrito. Deixo aqui o texto e não deixem de ir ao Farol.
“As Cidades Invisíveis”
Um título, o que nos sugere?
Sempre algo ainda que distante do que efectivamente é o livro.
Cidades invisíveis… pensei em descrições de ambiências humanas, em relações, em gentes… Pensei nas coisas que não sendo palpáveis, não sendo visíveis, tornam uma cidade no que ela é.
Pensei ainda nos cheiros, nas cambiantes de temperatura e humidade… pensei em como poderia descrever o Porto, sem descrever o visível… sem descrever a imagem física.
O cheiro a maresia na zona ocidental, ainda que longe do mar, trazida pela atmosfera pesada do nevoeiro. A humidade que se cola à pele ao amanhecer. O canto dos pássaros competindo com o ruído dos trânsito. O calor reflectido nas casas, ao entardecer, no verão. O cheiro bafiento e húmido que sai de algumas casas, quando passamos nas zonas mais antigas.
São sensações invisíveis mas nem por isso caracterizam menos o Porto.
Cidades invisíveis… vamos a ver o que é que o autor entendia por isso.
22/07/2002
sábado, janeiro 24, 2004
Primeiro Beijo
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Recebi o teu bilhete Para ir ter ao jardim, A tua caixa de segredos Queres abri-la para mim E tu não vais fraquejar, Ninguém vai saber de nada Juro que não me vou gabar A minha boca é sagrada. Estar mesmo atrás de ti Ver-te da minha carteira, Sei de cor o teu cabelo Sei o Shampoo a que cheira Já não como, já não durmo E eu caia se te minto Haverá gente informada Se é amor isto que sinto
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